Leilão acirra disputa pelo café brasileiro
15 de Janeiro de 2009 - A ótima qualidade do café brasileiro acirrou a disputa no leilão internacional Cup of Excellence, realizado na última terça-feira. O pregão foi promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e pela a Alliance for Coffee Excellence (ACE). Os preços partiram de US$ 2,00 a libra-peso e o maior valor foi pago no lote de 22 sacas da região de Carmo de Minas, um total de US$ 26.336,42 (US$ 9,05 por libra/peso).
A média pela saca de 60 quilos foi de US$ 818, cerca de US$ 6,13 a libra-peso (0,45 quilos). A cotação do grão normal em Nova York é de US$ 1,14 a libra-peso. As empresas japonesas dominaram a sessão e arremataram 18 dos 23 lotes finalistas do 9º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil - que tem como prêmio a participação no pregão.
(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 9)(São Paulo)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
CURIOSIDADES SOBRE O NOSSO CAFÉ.
CURIOSIDADES SOBRE O NOSSO CAFÉ
‘Espresso’ ou ‘Expresso”?
A designaçao ‘espresso’ com ‘s’ é a usualmente correta, pois significa café retirado sob pressão, contrariamente ao ‘expresso’ com ‘x’, que tende a significar rapidez no seu preparo.
‘Espresso’ ou ‘Expresso”?
A designaçao ‘espresso’ com ‘s’ é a usualmente correta, pois significa café retirado sob pressão, contrariamente ao ‘expresso’ com ‘x’, que tende a significar rapidez no seu preparo.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Bolsa de Café completa 85 anos
Entretenimento em Santos -Ela é considerada uma das edificações mais imponentes de Santos e do país. Concebida dentro de um padrão arquitetônico inspirado no renascimento italiano e exibindo um requinte clássico, serve também como um marco referencial no Centro Histórico da Cidade. É a Bolsa de Café, situada na esquina das ruas do Comércio e XV de Novembro, que nesta sexta-feira (7), completa 85 anos de existência.Tombado pelo Condepahaat, o imóvel, por sua beleza, faz lembrar uma época em que Santos era considerada a maior praça cafeeira do planeta. O prédio atravessou o século e hoje abriga também o Museu do Café, cuja sala de pregões ainda conserva a mesma mobília em jacarandá antigamente usada pelos corretores. No imóvel localiza-se o Centro de Preparação do Café (CPC), que ministra cursos sobre o tema, além da Cafeteria do Museu.Tem ainda biblioteca, restaurante e acervo de objetos ligados ao produto.O prédio reúne preciosidades, a começar pelas mais de 200 portas e janelas e o pórtico em granito, onde se encontram as figuras de Mercúrio e Ceres (deus do Comércio e deusa da Agricultura). No interior, mármores de Carrara (Itália), da Espanha e Grécia; cristais belgas, bronze franceses e metais checos, além três obras de Benedito Calixto.Os ladrilhos são da Alemanha, cerâmica e telhas da França e ferros e cimento da Inglaterra. A mais recente restauração (década de 90) durou 14 meses. Hoje é um marco do turismo na Cidade sendo visitada por turistas de todo o Brasil e do exterior.Prédio tombado em 1981 Inaugurado por Washington Luiz (então presidente do Estado de São Paulo) em 7 de setembro de 1922, dentro dos festejos do Centenário da Independência, o prédio foi edificado por Roberto Cochrane Simonsen. Após a crise internacional da Bolsa de 1929, houve interferência federal no comércio cafeeiro, o que anulou a importância da Bolsa, que foi desativada em 1937.Em 1942, voltou a operar como Bolsa do Café e Mercadorias, mas os pregões terminaram na década de 50. Acabou extinta por decreto em abril de 1986. Tombado em 1981, o imóvel foi reaberto em 1998. Funciona de terça a sábado, das 9 às 17 horas, e aos domingos, das 10 às 17 horas.Ingressos para o Museu (venda até 16h15): R$ 5,00 (adultos), R$ 2,50 (estudantes, professores e maiores de 65 anos) e isento para menores 5 anos e alunos de escolas públicas. No momento apresenta a exposição O Café e a Imigração Japonesa.
Entretenimento em Santos -Ela é considerada uma das edificações mais imponentes de Santos e do país. Concebida dentro de um padrão arquitetônico inspirado no renascimento italiano e exibindo um requinte clássico, serve também como um marco referencial no Centro Histórico da Cidade. É a Bolsa de Café, situada na esquina das ruas do Comércio e XV de Novembro, que nesta sexta-feira (7), completa 85 anos de existência.Tombado pelo Condepahaat, o imóvel, por sua beleza, faz lembrar uma época em que Santos era considerada a maior praça cafeeira do planeta. O prédio atravessou o século e hoje abriga também o Museu do Café, cuja sala de pregões ainda conserva a mesma mobília em jacarandá antigamente usada pelos corretores. No imóvel localiza-se o Centro de Preparação do Café (CPC), que ministra cursos sobre o tema, além da Cafeteria do Museu.Tem ainda biblioteca, restaurante e acervo de objetos ligados ao produto.O prédio reúne preciosidades, a começar pelas mais de 200 portas e janelas e o pórtico em granito, onde se encontram as figuras de Mercúrio e Ceres (deus do Comércio e deusa da Agricultura). No interior, mármores de Carrara (Itália), da Espanha e Grécia; cristais belgas, bronze franceses e metais checos, além três obras de Benedito Calixto.Os ladrilhos são da Alemanha, cerâmica e telhas da França e ferros e cimento da Inglaterra. A mais recente restauração (década de 90) durou 14 meses. Hoje é um marco do turismo na Cidade sendo visitada por turistas de todo o Brasil e do exterior.Prédio tombado em 1981 Inaugurado por Washington Luiz (então presidente do Estado de São Paulo) em 7 de setembro de 1922, dentro dos festejos do Centenário da Independência, o prédio foi edificado por Roberto Cochrane Simonsen. Após a crise internacional da Bolsa de 1929, houve interferência federal no comércio cafeeiro, o que anulou a importância da Bolsa, que foi desativada em 1937.Em 1942, voltou a operar como Bolsa do Café e Mercadorias, mas os pregões terminaram na década de 50. Acabou extinta por decreto em abril de 1986. Tombado em 1981, o imóvel foi reaberto em 1998. Funciona de terça a sábado, das 9 às 17 horas, e aos domingos, das 10 às 17 horas.Ingressos para o Museu (venda até 16h15): R$ 5,00 (adultos), R$ 2,50 (estudantes, professores e maiores de 65 anos) e isento para menores 5 anos e alunos de escolas públicas. No momento apresenta a exposição O Café e a Imigração Japonesa.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Noticias do café
Abic: Brasil deve dividir com EUA liderança no consumo de café Agência Estado
Abic: Brasil deve dividir com EUA liderança no consumo de café
São Paulo - O consumo de café no Brasil em 2009 deve manter o crescimento acima da média mundial. A expectativa é que a taxa de 4,5% obtida em 2008 se repita em 2009, o que elevaria o consumo no mercado doméstico brasileiro, o segundo maior do mundo, para cerca de 18,8 milhões a 19 milhões de sacas de 60 kg. A previsão é da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), com estimativas de que em 2010 o Brasil divida com os Estados Unidos o título de maior consumidor da bebida no planeta, com 21 milhões de sacas.A Organização Internacional do Café (OIC) avalia que o avanço do consumo de café no mundo deve desacelerar em 2009, ficando abaixo de 2%, em virtude da crise financeira global. Para 2008, as estimativas antes da crise eram de crescimento de 2% no consumo mundial, considerando os esforços promocionais em países produtores para aumentar o consumo doméstico, como Colômbia e México, e de população elevada, como Índia e Indonésia. A OIC acredita que o consumidor não deixará de tomar café, mas poderá substituí-lo por produtos mais baratos.
"Estamos cautelosamente otimistas em relação ao consumo no País", informa o diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz. Segundo ele, o porcentual de brasileiros que consome café diariamente alcança 97%. Esse nível é o mais alto desde que a Abic iniciou pesquisa com consumidores em 2003. Naquela época, o porcentual era de 91%, segundo dados da InterScience, empresa de pesquisa de mercado contratada pela Abic.
Embora altamente positivo, o resultado da pesquisa mostra que há pouco espaço para crescimento. As pesquisas da InterScience ainda revelam que a classe social C é a que mais aumentou o hábito de beber café, passando de 34% para 43% no período. Os mais jovens, com idade entre 15 e 26 anos, gradativamente também vão adotando a bebida.
Outro fator que deixa o setor torrefador otimista diz respeito à pergunta que é feita anualmente na pesquisa sobre a disposição do entrevistado em continuar consumindo café no futuro. O resultado revela que 83% dos consultados continuarão bebendo o mesmo volume de café. Em 2007, o índice foi o mesmo, sem a crise internacional, pondera Herszkowicz.
Os industriais estão cautelosos porque "o momento é de crise". E os efeitos negativos serão melhor observados no Brasil apenas no primeiro trimestre de 2009. Também causa apreensão a redução das margens na atividade da indústria de torrefação. Conforme o diretor-executivo da Abic, os preços do café na indústria subiram cerca de 34% nos últimos 14 anos, desde a introdução do Plano Real. No período, a inflação avançou cerca de 250%. "Os preços do café ficaram estabilizados nos últimos 14 anos, mas os custos de produção subiram, achatando as margens da indústria", garante Herszkowicz. (Tomas Okuda)
Abic: Brasil deve dividir com EUA liderança no consumo de café
São Paulo - O consumo de café no Brasil em 2009 deve manter o crescimento acima da média mundial. A expectativa é que a taxa de 4,5% obtida em 2008 se repita em 2009, o que elevaria o consumo no mercado doméstico brasileiro, o segundo maior do mundo, para cerca de 18,8 milhões a 19 milhões de sacas de 60 kg. A previsão é da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), com estimativas de que em 2010 o Brasil divida com os Estados Unidos o título de maior consumidor da bebida no planeta, com 21 milhões de sacas.A Organização Internacional do Café (OIC) avalia que o avanço do consumo de café no mundo deve desacelerar em 2009, ficando abaixo de 2%, em virtude da crise financeira global. Para 2008, as estimativas antes da crise eram de crescimento de 2% no consumo mundial, considerando os esforços promocionais em países produtores para aumentar o consumo doméstico, como Colômbia e México, e de população elevada, como Índia e Indonésia. A OIC acredita que o consumidor não deixará de tomar café, mas poderá substituí-lo por produtos mais baratos.
"Estamos cautelosamente otimistas em relação ao consumo no País", informa o diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz. Segundo ele, o porcentual de brasileiros que consome café diariamente alcança 97%. Esse nível é o mais alto desde que a Abic iniciou pesquisa com consumidores em 2003. Naquela época, o porcentual era de 91%, segundo dados da InterScience, empresa de pesquisa de mercado contratada pela Abic.
Embora altamente positivo, o resultado da pesquisa mostra que há pouco espaço para crescimento. As pesquisas da InterScience ainda revelam que a classe social C é a que mais aumentou o hábito de beber café, passando de 34% para 43% no período. Os mais jovens, com idade entre 15 e 26 anos, gradativamente também vão adotando a bebida.
Outro fator que deixa o setor torrefador otimista diz respeito à pergunta que é feita anualmente na pesquisa sobre a disposição do entrevistado em continuar consumindo café no futuro. O resultado revela que 83% dos consultados continuarão bebendo o mesmo volume de café. Em 2007, o índice foi o mesmo, sem a crise internacional, pondera Herszkowicz.
Os industriais estão cautelosos porque "o momento é de crise". E os efeitos negativos serão melhor observados no Brasil apenas no primeiro trimestre de 2009. Também causa apreensão a redução das margens na atividade da indústria de torrefação. Conforme o diretor-executivo da Abic, os preços do café na indústria subiram cerca de 34% nos últimos 14 anos, desde a introdução do Plano Real. No período, a inflação avançou cerca de 250%. "Os preços do café ficaram estabilizados nos últimos 14 anos, mas os custos de produção subiram, achatando as margens da indústria", garante Herszkowicz. (Tomas Okuda)
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